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Enduro em Joinville - 28 de abril

1ª ETAPA DO CAMPENATO CATARINENSE DE ENDURO EQUESTRE/2007


LOCAL: PARQUE AQUÁTICO CASTACATA PIRAÍ - JOINVILLE/SC
DATA: 28/04/07


JOINVILLE - SC - 28/04/2007


História :

A Alameda Bruestlein ou Alameda das Palmeiras Imperiais, no Centro, é caminho obrigatório no roteiro para entender a história de Joinville. As árvores foram plantadas em 1873 para dar acesso à residência de verão dos príncipes de Joinville, um casarão de 1870 onde hoje funciona o Museu de Imigração. Lá estão guardados os vestígios da epopéia que foi a colonização.

Tudo começou com um casamento que celebrou a união entre a família imperial brasileira e a realeza francesa. As terras onde está a cidade foram dadas em 1843 ao príncipe de Joinville, François Ferdinand Philipe - filho de Louis Philipe, rei da França - como dote da princesa Francisca Carolina, irmã do imperador Pedro II. O casal não chegou a conhecer a terra. Parte dela foi negociada com a Sociedade Colonizadora Hamburguesa.

Em março de 1851 chegaram os primeiros 118 imigrantes alemães e suíços, seguidos por um grupo de 74 noruegueses.

Do ano da fundação até 1897, quando a Sociedade Hamburguesa se dissolveu, foram trazidos 28 mil imigrantes germânicos - operários, intelectuais, agricultores, profissionais liberais - que fugiam da crise econômica em busca de oportunidades na América. Com tantas diferenças de origem, uma característica em comum que sustentou a comunidade nos primeiros tempos foi a obstinação em construir a vida nova. Esse atributo foi requisito indispensável para sobreviver numa região inóspita de florestas. Vários desistiram. Muitos morreram de doenças. Mas a Colônia Dona Francisca - um dos primeiros nomes da cidade - transformou-se numa das cidades mais prósperas do Brasil.

Turismo:

Joinville é uma das cidades brasileiras que se destaca no turismo de negócios, devido à excelente infra-estrutura que tem para receber os mais variados tipos de reuniões, congressos e encontros.

Dispõe de um espaço multiuso de categoria internacional para realização de grandes eventos: o Centreventos Cau Hansen. Construído em formato de arena, com inspiração nos mais avançados projetos arquitetônicos existentes no mundo, o local conta com equipamentos modernos e condições para receber até 10 mil pessoas.

A Expoville, localizada na entrada da cidade, é outro espaço privilegiado para abrigar grandes festas e exposições. Há dezenas de auditórios e espaços para realização de shows, espetáculos de dança e feiras, além de uma oferta abrangente de prestadores de serviços e fornecedores de aparatos para eventos.

A estrutura de eletricidade, água, saneamento, transportes, telecomunicações, segurança e serviços bancários têm um ótimo padrão, capaz de atender as mais altas exigências.

Além disso, Joinville possui alguns diferenciais importantes. Um deles é o iate Príncipe de Joinville III; a embarcação de turismo mais bem equipada da costa brasileira, com capacidade para 350 pessoas. Ele faz passeios pelas águas tranqüilas do arquipélago da Baía da Babitonga, em meio ao rico ecossistema que serve de santuário para a reprodução de muitas espécies. Ademais, é possível também realizar eventos a bordo, o que dá um charme especial a qualquer programação.

A cidade oferece ainda opções de lazer ligadas às práticas desportivas; conta com campo de golfe, hípica e kartódromo. Para os amantes das atividades ao ar livre, há locais reservados para a prática de qualquer esporte, desde tiro (tradição alemã da Idade Média, preservada até hoje) até radicais e náuticos - o maior e mais bem equipado Iate Clube do Estado de Santa Catarina fica no município. Aproveite!

Informação básica

Clima - O clima da região é o temperado superúmido. A temperatura média anual fica na ordem dos 18ºC - com máxima média anual de 25ºC e mínima de 14ºC.

Dados da cidade de Joinville:
Estado: Santa Catarina
Região: Sul
População: 429.604 habitantes
DDD: (47)

Distâncias
São Francisco do Sul: 41km
Itajaí: 87km
Blumenau: 97km
Curitiba: 130km
Florianópolis: 188km
Criciúma: 355km
São Paulo: 525km
Rio de Janeiro: 971km
Hospedagem / Restaurantes

A cidade está repleta de boas e variadas opções de hospedagem e restaurantes. Há desde simples pousadas a sofisticados hotéis; quem decide é você. E na área gastronômica acontece a mesma coisa, basta escolher. Saiba mais sobre os estabelecimentos locais, visitando:
http://www.tudojoinville.com.br/cidade/hoteis.htm
http://www.tudojoinville.com.br/cidade/restaurantes.htm
http://www.radarsul.com.br/joinville/
http://cidades.terra.com.br/joi/restaurantes/0,,L:N:TODOS:1,00.html
http://www.belasantacatarina.com.br/lista.asp?cid=12&tip=1
http://www.belasantacatarina.com.br/lista.asp?cid=12&tip=3
http://www.radarsul.com.br/joinville/hospedagem.asp
http://www.radarsul.com.br/joinville/gastronomia.asp

Como chegar:

Via Aérea: O aeroporto de Joinville (Lauro Carneiro de Loyola) fica a apenas 10km do centro da cidade e oferece várias opções de vôos diários, pelas principais companhias aéreas do País, para as grandes capitais brasileiras e outras cidades. Seu terminal de cargas tem 425 metros quadrados.
Via Rodoviária: Joinville está distante 135km de Curitiba pela BR-101; e 184km da capital catarinense, Florianópolis.

Atrações:

Turismo Industrial
Por possuir uma localização privilegiada entre a serra e o mar, uma população com cerca de 450 mil habitantes e uma economia consistente na concentração de grandes indústrias, Joinville adquiriu o status de maior cidade do Estado de Santa Catarina. Considerada também como "Manchester Catarinense", por sua liderança econômica e tecnológica - nome alusivo à cidade inglesa de referência industrial mundial -, Joinville destaca-se como uma das mais importantes cidades brasileiras, integrando-se ao roteiro de viagem dos turistas de todo o Brasil e do mundo.

Turismo Rural
Encontrar um refúgio para descansar por algumas horas, longe do movimento urbano, mergulhando na tranqüilidade da área rural, é tarefa fácil em Joinville. Basta procurar pelo turismo rural oferecido na Estrada Bonita e nas regiões do Piraí, Vale do Quiriri e Serra Dona Francisca. O ar puro, o verde, os riachos e as montanhas são motivos suficientes para esquecer o estresse. Mas, se a contemplação não bastar, não é difícil participar desta singela simplicidade; há várias pequenas e bem cuidadas propriedades onde os moradores comercializam artesanato, produtos coloniais e caseiros. E entre as delícias preparadas destacam-se pães, cucas, biscoitos, geléias, melado, queijos, embutidos, defumados, cachaça, e muito mais. No roteiro, agradáveis recantos de lazer ao ar livre celebram a integração entre homem e natureza.

 

Bairro Vila Nova:

 

História

A ORIGEM DO NOME

A atual Rua XV de Novembro situada no Bairro Vila Nova, no início da colonização recebeu a denominação de Estrada do Sul e há pouco tempo é conhecida pelo atual nome. Existem controvérsias a respeito da origem do nome do bairro. Segundo Norma Baumer a localidade era conhecida por Neudorf (Vila Nova), mas por volta de 1940 passou a denominar se Vila Nova, talvez em função da proibição de se falar alemão durante a guerra. Com efeito, lemos em Ficker, página 247: Nesse mesmo mês (fevereiro de 1866), fundou se o novo núcleo colonial no final da Estrada Blumenau. Já Gerhard Dietrich Barkerneyer e outros moradores afirmam que, na década de 40, houve a necessidade de transferência da Escola e da Igreja de Anaburgo para o bairro e, por este motivo, veio a denominar se Vila Nova.

A COMUNIDADE


A comunidade era composta, em sua maior parte, de protestantes e católicos. A Igreja da Estrada Anaburgo acolheu a maioria dos moradores em seus cultos e preparações para a Confirmação, embora boa parte destes freqüentasse também a Paróquia da Paz e chegavam até ela, a pé ou de carroça. Os católicos da região se dirigiam à Igreja Cristo Rei (na Estrada do Sul) e à Catedral (quando ainda apresentava o templo antigo, no morro, no mesmo local onde hoje está construída).
A escola mais freqüentada pelas crianças da região nas décadas de 30/40 era a escola situada na Estrada Anaburgo, onde aprendiam inicialmente o alemão e que se estendia somente até a 3ª série do primário. Para as séries posteriores tinham que se deslocar à cidade ou a outros bairros.

VILA NOVA


O Bairro Vila Nova foi legalmente criado pela Lei nº 1553/77, datada de 10 de novembro de 1977, quando era prefeito de Joinville o Dr. Violantino Afonso Rodrigues. O Bairro Vila Nova tem raízes nos primórdios da colonização de Joinville, em razão da necessidade de se estender os limites da antiga colônia através de uma picada que a ligasse à serra, fato que traria importantes resultados à Colônia, pois a ligaria à cidade de Curitiba. Outro fator que levou a Colônia a expandir se está ligado à procura dos terrenos por seus respectivos proprietários, utilizando se de algumas picadas já existentes, em geral no sentido Rio Cachoeira Serra do Mar, através de riachos que apresentavam determinada profundidade navegável.
Carlos Fücker, em A História de Joinville, página 130, diz: antes de chegar ao pé da serra, porém, os pioneiros atravessaram um vasto pantanal e baixada formada pelos rios: Águas Vermelhas e das Botucas (Motucas), antes de sua confluência com o Rio Piraí Piranga. Este vasto pantanal seria exatamente onde hoje se localiza o Bairro Vila Nova, situação que perdurou até mais ou menos 1936/37, segundo afirmações de Gerhard Dietrich Barkemeyer, quando foi aberta a estrada lateral para a circulação de veículos e pedestres e para o aterro do trecho onde hoje está situada a Rua XV de Novembro.

TODOS PLANTAVAM E CRIAVAM ANIMAIS


Foi nessa região que se fixaram os imigrantes que deram início à zona rural do município. Com uma vida bastante difícil, estas pessoas se dedicaram à criação de animais, uma agricultura de subsistência e às atividades que viriam suprir as necessidades da recém nascida vila tais como ferreiro, pedreiro, oleiro, donos de engenho etc. A região era uma verdadeira colônia segundo relato de Norma Baumer, todos plantavam e criavam animais, e estes produtos quase não tinham valor no local, pois todos os tinham, fazendo com que fossem vendê los na cidade.
As estradas eram de péssima conservação e seu estado piorava muito em dias de chuva, quando o condutor da carroça precisava, muitas vezes, retirar a carga do seu interior para colocar paus na estrada, calçar a carroça e fazer a travessia do trecho, para posteriormente recarregá la e seguir seu caminho. O comércio mais próximo da vila pertencia ao Sr. Francisco Boehm (secos e molhados), sendo que mais tarde, por volta de 1937, surgiram os comércios do Sr. Baumer e do Sr. Pensky. As primeiras arrozeiras da vila, pertencentes a Francisco Silva e Gerhard Barkermeyer, foram feitas em 1.936 e 1940, respectivamente.

PROGRAMA DE PROVA

VELOCIDADE LIVRE 2* 84Km
Categorias : Adultos (Peso Mínimo 75 kg) e
Jovem (até 18 anos no ano do campeonato)
Largada: 08:00 horas
04 anéis
Freqüência cardíaca: máximo de 60 BPM em até 20 min.
1º anel - 20 km - descanso obrigatório de 30 min.
2º anel - 34 km - descanso obrigatório de 40 min.
3º anel - 20 km - descanso obrigatório de 40 min.
4º anel - 10 km - apresentar em até 20 min.
Valor da inscrição: R$ 150,00


VELOCIDADE LIVRE 1* - 64 KM
Categorias: Adultos (Peso mínimo75 kg)
Jovem (até 18 anos no ano do campeonato)
Freqüência cardíaca: máximo de 56 BPM - em até 20 min.
Largada: 9:00 horas
03 anéis
1º anel - 34 km - descanso obrigatório de 40 min.
2º anel - 20 km - descanso obrigatório de 40 min.
3º anel - 10 km - apresentar em até 20 min.
Valor da inscrição: R$ 90,00

REGULARIDADE GRADUADOS
30 KM - 02 ANÉIS 12Km/h
Categorias: Adulto, Peso Pesado (cavaleiro com mais de 85Kl) e Jovens (até 18 anos no ano do campeonato)
Largada: 14:00 horas - 02 anéis
Apresentação em até 30 min
1º anel - 10 km - descanso obrigatório 30 min da entrada do Vet Check
2º anel - 10 km - apresentar em até 30 min
Valor da inscrição: R$ 50,00

VELOCIDADE REGULARIDADE ABERTA
10 KM - 01 ANEL - 10Km/h
Categorias: Adulto, Peso Pesado (cavaleiro com mais de 85Kl) e Jovens (até 18 anos no ano do campeonato)
Largada: EM SEGUIDA A GRADUADO
Apresentação em até 30 min
Valor da inscrição: R$ 30,00
VELOCIDADE REGULARIDADE LOCAL (Incentivo, não concorre ao campeonato)
KM - 01 ANEL - 08Km/h
Categorias: Adulto, Peso Pesado (cavaleiro com mais de 85Kl) e Jovens (até 18 anos no ano do campeonato)
Largada: EM SEGUIDA A ABERTA
Apresentação em até 30 min
Valor da inscrição: R$ 10,00


Regulamento: CBH
Presidente de Honra: Artisio Marchiori Prandini
Diretor da Prova e Trilheiro: Josué Eugênio Werner
Juri de Campo: Fernando Ribeiro Gonçalvez
Equipe Veterinária: Drs. Barbara e Natalie, mais assistentes.
Ferrageamento: João do Casco.
Cronometragem: Amandio e Família
Local: Parque Aquático Cascata Piraí (www.cascatapirai.com.br - (47) 439-5403), com amplo serviço de bar e restaurante
Data: 28/04/06
Premiação: Troféu até o terceiro lugar e medalhas na regularidade até o décimo lugar.
Hotéis: a prova será no bairro Vila Nova, não há hotéis no local, então sugerimos: próximo ao Pórtico - Hotel Holz (47) 3453-0735, próximo a Entrada do Trevo da Rua Ottokar Doerfell - Pousada Stern (47) 3438-4213


Briefing: Na casa do Josué, 500m após o Parque Aquático Cascata Piraí. (Casa da Floresta). Sexta-Feira as 20 horas conforme mapa abaixo:

 

 

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